segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

As sacolas de plástico devem ser substituídas?

Elas levam 300 anos para se decompor,
mas há divergências sobre como lidar com isso.

Quando surgiram, no fim da década de 1950, as sacolas de plástico eram motivo de orgulho das redes de supermercados e símbolo de status entre as donas-de-casa.
Em meio século, passaram de símbolo da modernidade a vilãs do meio ambiente. Celebridades como a atriz Keira Knightley e Ivanka Trump desfilam hoje com sacolas de pano que trazem a inscrição "I'm not a plastic bag"(Eu não sou uma sacola de plástico),como a da foto abaixo.
[img1]O motivo: o plástico polui - e muito. As sacolas são incapazes de se decompor em curto prazo. Trata-se, portanto, de uma decisão lógica: aboli-las dos supermercados. Parece evidente, mas não é tão simples. Existem divergências ambientais, culturais e políticas sobre como eliminar esse problema. Conheça os argumentos de cada lado.

ACHAM QUE SIM
As sacolas de plástico demoram pelo menos 300 anos para sumir no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente - o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.

No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito lixo. Algumas alternativas estão sendo adotadas. Uma delas, muito popular na Europa e nos Estados Unidos, é o uso de sacolas de pano ou sacos e caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição "Eu não sou uma sacola de plástico" viraram febre.

Em São Francisco, as sacolas de plástico foram banidas. Somente as feitas de produtos derivados do milho ou de papel reciclado podem ser usadas. Outra solução é a cobrança de uma taxa por sacola, como acontece na Irlanda desde 2002. O dinheiro é revertido em projetos ambientais.
No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor - ou seja, uma sacola leva apenas três anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente essas sacolas.

Muitos supermercados de Curitiba, onde se consomem 900 milhões de sacolas por ano, aderiram à novidade por conta própria. O Pão de Açúcar vende uma sacola feita de tecido semelhante ao usado em fraldas descartáveis por R$ 3,99 a unidade.
A Casa Santa Luzia, de São Paulo, oferece sacos de papel kraft, duas a três vezes mais caros que as sacolas de plástico, informa a Gazeta Mercantil.

Projetos de leis estaduais para substituir as sacolas de plástico pelas oxibiodegradáveis tramitam no Rio Grande do Sul, no Paraná e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a Assembléia Legislativa chegou a aprovar um projeto do deputado Sebastião Almeida (PT), que tornaria obrigatório o uso dos oxibiodegradáveis.

"O ideal seria a troca, pura e simples, do material plástico por pano ou papel. Mas ao menos um composto oxibiodegradável poderia acelerar a decomposição de bilhões de toneladas que ficam no ambiente à espera da degradação", escreve Almeida em artigo na Folha de S.Paulo.

ACHAM QUE NÃO
A indústria do plástico publicou um informe nos jornais brasileiros na sexta-feira 5 de outubro. Diz o texto: "O plástico faz parte da vida contemporânea, é 100% reciclável e está em milhares de produtos.
Sem ele, não haveria computadores, seringas descartáveis, bolsas de soro e de sangue para salvar vidas. O plástico tornou os automóveis mais leves, reduzindo a emissão de CO2, causador do efeito estufa. As sacolas plásticas são reutilizáveis, práticas, higiênicas e têm múltiplos usos. São particularmente importantes para 80% dos consumidores que fazem compras a pé ou de ônibus".

Os fabricantes lançarão no dia 6 de novembro uma campanha. Eles se comprometem a produzir sacolas mais resistentes (para evitar uso em excesso e, com isso, reduzir o volume em 30%), estimular a utilização de sacolas plásticas de uso contínuo e desenvolver ações de educação sobre consumo responsável, coleta seletiva, reciclagem e utilização dos plásticos para a geração de energia.

Pode-se dizer tudo dos sacos de plástico - menos que eles não sejam práticos. "Nunca imaginei que, depois de adulta, voltaria a jogar Escravos de Jó (brincadeira em que crianças passam objetos entre si) com freqüência", diz a repórter Cristina Amorim, de O Estado de S. Paulo. Ela descreve a dificuldade em acondicionar os produtos em sacolas de pano. As bananas não podem ficar sobre os tomates, e por aí vai. Com a mudança, diz, há outro problema: vão faltar sacos para descartar o lixo doméstico.

O projeto de lei do deputado petista Sebastião Almeida, determinando o uso de sacolas oxibiodegradáveis em São Paulo, foi vetado pelo governador José Serra, do PSDB. Almeida diz que foi uma decisão política. Os tucanos dão argumentos técnicos. O aditivo que faz com que o plástico se degrade continuaria contaminando o ambiente por causa dos catalisadores empregados, derivados de metais como níquel e manganês.

"A tecnologia permite que o plástico se esfarele em pequenas partículas até desaparecer a olho nu, mas continua presente na natureza", afirmou Xico Graziano, secretário estadual de Meio Ambiente, à Folha de S.Paulo.

Nem Inglaterra nem Canadá, países que inventaram esse aditivo oxidegradável, adotaram a tecnologia. Por que, pergunta, o Brasil empregaria essa técnica?

Quando surgiram, no fim da década de 1950, as sacolas de plástico eram motivo de orgulho das redes de supermercados e símbolo de status entre as donas-de-casa.

Em meio século, passaram de símbolo da modernidade a vilãs do meio ambiente. Celebridades como a atriz Keira Knightley e Ivanka Trump desfilam hoje com sacolas de pano que trazem a inscrição "I'm not a plastic bag"(Eu não sou uma sacola de plástico)
Você expositor, usa sacola de plástico para seu produto?
Gostaria de substituí-la? Faça seu comentário.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Guarda-sol X Barraca X Toldo Qual é a melhor solução para a feira?

Vantagens e Desvantagens

- Guarda-Sol: beleza, diferente de outras feiras, identifica a feira da Praça dos Omaguás. Abriga o expositor do sol. Mas, não abriga o expositor, seus produtos e os visitantes da chuva. Há a possibilidade de ventos fortes na praça portanto, torna-se até perigoso. Transporte complicado, uma vez que esse objeto é ruim de carregar e pesado. Custo, a maioria dos expositores já possui.

- Barraca: igual a outras feiras, sem diferencial. Abriga o expositor e seus produtos do sol, chuva e ventos médios, mas não o visitante. Existem empresas especializadas em montar e desmontar as barracas. Proporcionando ao expositor muito mais conforto. Custo médio aproximado R$ 15,00 reais por domingo para cada expositor, total por mês R$ 60,00 reais.

- Toldo: igual a outras feiras, sem diferencial. Abriga o expositor, seus produtos e os visitantes do sol, chuva e ventos fortes. Existem empresas especializadas em montar e desmontar os toldos. O expositor leva sua mesa ou seu objeto para a exposição de seus produtos. Proporcionando ao expositor muito mais conforto e segurança. Custo médio aproximado R$ 15,00 reais por domingo para cada expositor, total por mês R$ 60,00 reais.

Você sabe o que é Artesanato?

Segundo o dicionário:

do Fr. artisanat
s. m.,
produto do trabalho do artesão;
trabalho, condição de artesão;
manufactura de objectos, produzidos por artífices em pequenas oficinas, muitas vezes caseiras;
pequena indústria especializada de tecnologia rudimentar ou tradicional;
conjunto dos artesãos enquanto grupo profissional ou das manufacturas de uma região ou país.
Agora o que caracteriza um produto para ser chamado de artesanato?
Convido nossos expositores a expor sua opinião sobre esse assunto.
Fiquem a vontade!

UÉ! Matéria sobre a Feira da Praça Calixto com foto da Feira da Praça dos Omaguás? Que negócio é esse?

Veja no link: http://sampacult.blogspot.com/2007/09/benedito-calixto-pocas-estilos-e.html

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

A aventura do filhote de beija flor começou no Pau-Brasil...

A praça possui várias espécies de árvores catalogadas, entre elas nosso querido Pau-Brasil!

E foi aonde tudo começou...O filhote de beija flor despencou do Pau-Brasil e foi parar...

Acreditem! É verdade! Veja logo abaixo

O filhote de beija flor que se enroscou...

Ele caiu da árvore, tentou um vôo baixo e acabou se enroscando nas linhas do trabalho de tear de Regina Rosa. Que foi quem desembaraçou o bichinho.
E não é que esse filhote gostou tanto do lugar que acabou ficando em meio aos chales e cachecóis!
Essa é a natureza, sempre nos surpreendendo.

Será que o padre Anchieta veio nos Abençoar nesse feriado?

Feriado do aniversário de São Paulo

Dia 25 de Janeiro de 2008

Gincana do Sesc trouxe até o Padre Anchieta...